
“Sinto-me sufocada. Como se estivesse presa em um armário pequeno. Com pouco oxigênio disponível. Como se meus pulmões estivessem sendo pressionados contra minhas costelas. Sinto-me presa. Como se estivesse sendo segurada pelos pés por forças invisíveis. Forças que me fazem permanecer onde estou. Quero correr de mim mesma, mas não consigo tal feito. Sinto-me solitária. Como se todas as pessoas do mundo tivesse se esvaído por entre os espaçamentos de meus dedos. Sinto-me triste. Como se toda a felicidade tivesse fugido de meu ser. Sinto-me morta. E talvez esteja. Morta por dentro.”
(Source: voarparalong-e-blog)










